Tudo
sobre a Banda Moderna e seus integrantes
Camom Milla é formado por:
(clique nos nomes para mais detalhes sobre cada um dos músicos)
Jarbas
Orfeu Escobar - A Voz
Mathias
dos Santos Zebedeu - Guitarrista
Osni
de Arimatéia - Baixo
Rodolpho
Natanael Bolha - Bateria Moderna e Teclado
Convidado Especial:
Thomas
Pica-Pau - Vocalista
Outras figuras importantes:
Steve
Foi - Guitarrista
do Dichotomy
Project
João
Osires de Mileto - Produtor, roadie e fotógrafo
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Biografia Resumida
Camom Milla é a melhor banda de
Pop Metal Infantil do mundo, mas nem sempre foi assim. A trajetória
do conjunto foi tortuosa, e até mesmo traumática. Felizmente
o destino garantiu que o bem prevalecesse. Vejamos os principais eventos
na estratosférica carreira da Banda Moderna.
Dezembro de 1994 - Os
amigos Mathias Zebedeu, Thomas Pica-Pau, Osni de Arimatéia
e Rodolfo Natanael fundam Camom Milla e, com a ajuda de João
Osires, gravam sua primeira fita demo, "Likear
nós lika, mas money que é good nós não
have". Por problemas técnicos, resolvidos graças
a Dr. Hemógenes, a fita só seria lançada em agosto
do ano seguinte.
Agosto
de 1995 - Data oficial do surgimento da banda, com o lançamento
da primeira fita demo. Surgindo do anonimato, Camom Milla logo passou
a despertar a curiosidade de todos. A música "Bastião"
lança o grupo ao sucesso. Confira o release
lançado junto à fita.
Setembro de 1995 - Embalados
com o sucesso de "Bastião", os músicos lançam
"Água
mole em pedra strong tanto bate até cabong!", novamente
gravada por João Osires. O single "Melancia" explode
em todo o país. Camom Milla já era a banda mais comentada
do ano.
Outubro de 1995 - Surpreendendo
o público, que acreditava que sua capacidade de inovar estava
esgotada, a banda lança seu mais elaborado trabalho até
então: "Mônica
versus Cebolinha, a Revanche", um trabalho no qual
o grupo faz uma leitura metafórica do maniqueísmo. O
hit "Suicida" lança a banda ao estrelato mundial.
Mas as surpresas
não pararam aí. Ainda em outubro, Camom Milla lançaria
"Agora
com dois lados", seu primeiro trabalho de longa duração.
Desta vez, além de mais músicas inéditas, como
o hit "Deaf Method" o grupo gravou covers dos grandes sucessos
dos gigantes do rock, como Cream, Black Sabbath, Metallica, AC/DC,
Beatles, Judas Priest, Motor Head, Ramones, Kiss e Slayer. Sucesso
absoluto!
Novembro de 1995
- Aqui começariam os problemas. Empolgado com o sucesso,
o complicado gênio e guitarrista Mathias dos Santos Zebedeu
decide que é hora de seguir em carreira solo. Grava com Camom
Milla uma última fita, "A
Morte, o Fim, o Apocalipse", que bate todos recordes de vendas
do grupo, principalmente devido ao grande hit "O Incidente do
Otário". Milhões de fãs choram o fim da
Banda Moderna.
Mathias então abandona a banda
(leia o release
sobre esse evento), e grava "Mathias,
o Revolucionário", um trabalho instrumental de altíssima
qualidade, que a revista Rock Brigade comparou a Steve Vai (leia aqui
a resenha).
Mathias não gostou da comparação. "Sou muito
melhor que ele", afirma. (Leia também a entrevista
que Mathias deu na época de sua saída.)
Paralelamente, o resto da banda decide
continuar seus trabalhos. Primeiramente, mudaram o nome da banda,
que havia sido criado por Matías. Surge a nova banda moderna,
Carbo
Nilla, com a responsabilidade de preencher o vácuo deixado
com o fim de Camom Milla. No lugar de Mathias, Rodolfo Natanael convoca
seu amigo Steve Foi, guitarrista tão bom e megalomaníaco
quanto o próprio Zebedeu (leia o release
sobre esse evento). Carbo Nilla lança a fita "Radicais
Químicos", que acaba superando todos os trabalhos
de Camom Milla. O hit "Pomarola" foi eleito por especialistas
como a melhor música da história. Aquilo provocou a
inveja de Mathias, que decidiu voltar à banda para provar que
podia ser melhor que Steve Foi. Thomas Pica-Pau concorda, e despede
Foi. O caminho para a volta de Camom Milla estava aberto, para o delírio
dos fãs no mundo inteiro.
Dezembro de 1995
- O inevitável acontece. A Banda Moderna volta à
sua formação original (leia o release
sobre esse evento) e abandona o nome Carbo Nilla. E, para comemorar
a reunião, lança sua primeira fita gravada ao vivo,
com os maiores sucessos de toda a carreira. A gravação
de "Camom
Milla - O Retorno" foi feita durante a turnê mundial,
no show em Long Beach. A multidão se emocionou quando Camom
Milla chamou João Osires, que gravara todas as fitas da banda,
ao palco, e tocou "Parabéns a você".
Janeiro de 1996
- Camom Milla começou o ano de 1996 com o pé
direito, provando que estava de volta com força total. Logo
no começo do ano lançou, simultaneamente, duas fitas,
provando que a capacidade de inovação estava longe de
esgotar-se. Primeiro veio "Cascão
Intervém", novo trabalho metafórico com uma
interpretação crítica metafísica para
o fenômeno da invasão de privacidade. O hit "Episódio"
foi o principal sucesso da fita, superando até mesmo "Pomarola"
na lista da revista Rolling Stone.
Dois dias depois, era lançada
"A
Parede", indiscutivelmente o melhor trabalho
da banda até então, batendo até mesmo "Radicais
Químicos", de Carbo Nilla. Atacando metaforicamente a
letargia e a fraqueza das bases da sociedade, a fita é um amontoado
de sucessos, como "Átomo, o Bom", "Avanço",
"O Balde", "O Egito" e "Violência Suburbana".
Não apenas o nível técnico das composições
melhorara, como o grau de crítica das letras era maior do que
nunca, sempre mantendo a sutileza e a simbologia como marcas principais.
Camom Milla entrava em um novo patamar. O refrão de "Avanço"
("eu sou moderno e tudo e velho") fazia mais sentido do
que nunca.
Fevereiro de 1996
- Surpreendendo mais uma vez o público, a banda lança
seu primeiro trabalho conceitual, a fita "Requebra
Sim!", tendo como tema o carnaval. Mesmo não superando
"A Parede", o novo trabalho alcançou grande sucesso,
principalmente com o hit "Papel de Parede", que muitos críticos
consideraram a melhor música do grupo.
Março de
1996 - A fim de fazer da décima fita demo uma edição
histórica, de colecionador, Camom Milla lança sua primeira
coletânea, "A
Raspa do Tacho - O The Best of Camom Milla". A banda não
se limitou a apenas juntar seus maiores sucessos em uma única
fita. Em vez disso, regravou todos eles, desta vez com qualidade ainda
maior. Quebrou-se o recorde mundial de vendas, com o expressivo número
de 7 bilhões de cópias. Para comemorar, Camom Milla
decide tirar férias.
Abril de 1996 -
Aproveitando as férias da banda, Mathias decide que é
hora de lançar novo trabalho solo. Porém, ao saber disso,
Steve Foi o procura e apresenta outra proposta: um projeto conjunto
de música instrumental. Nascia o Dichotomy
Project (leia o release
sobre esse evento). Logo foi lançada a fita "Come
In!", com a participação de Rodolfo Bolha nos
teclados. O trabalho final revolucionou todos os conceitos de composição
instrumental para guitarra.
Maio de 1996 -
Depois de 5 meses de trabalho, Steve Foi finalmente lança a
primeira demo de Mr.
Being, sua banda (leia o release
sobre esse evento). Seguindo a linha de composição
que caracterizou o trabalho de Carbo Nilla e contando com a produção
de João Osires, a fita "A
Maçã de Varginha" também acabou alcançando
enorme sucesso. Graças a músicas como "Devastando
as Florestas", na qual Steve demonstra sua preocupação
social, e "No Tempo do Vovô", conseguiu-se a proeza
de bater os recordes de venda de Camom Milla. E o vocalista da banda,
Jarbas Escobar, foi eleito por especialistas do mundo inteiro como
o melhor de todos os tempos, título que pertencia a Thomas
Pica-Pau. O reinado da Banda do Bem estava pela primeira vez seriamente
ameaçado.
Junho de 1996 -
As férias de Camom Milla seguiam, apesar do sucesso estrondoso
de Mr. Being. E, aproveitando a oportunidade, Mathias e Steve Foi
lançam a segunda demo do Dichotomy Project, denominada "Guerras
Espaciais". Desta vez o camomilense Rodolfo Bolha tocou bateria
e teclados, e o virtuoso Billy Sheeka, como no primeiro trabalho,
tocou contrabaixo.
Julho de 1996 -
Empolgado com os resultados de Mr. Being e Dichotomy, Steve Foi decide
lançar mais uma fita de sua banda. Porém, seguindo o
conselho de uma numeróloga, Foi troca o nome da banda. Em homenagem
a Dr. Hemógenes (eu, no caso), passa a chamar seu grupo de
Doütor.
A fita demo lançada foi "Operação:
Plástica" (leia o release
sobre esse evento). O conselho da numeróloga foi excelente...
para provar que esse tipo de coisa é bobagem! "Operação:
Plástica" foi um fracasso absoluto, mesmo com ótimos
hits como "Atacama" e "Rock Star". O resultado
foi tão frustrante que acabou incentivando a saída do
vocalista Jarbas Escobar, como veremos a seguir.
Agosto de 1996 -
Mês agitado. Dichotomy lança seu novo trabalho, logo
no início de agosto. Era "O
Sapo Mágico". No mesmo dia, fãs de Camom Milla
lançam a fita "Na
Pedra", gravação pirata de um dos shows da
banda em Curitiba. Não existem dados precisos sobre quantas
cópias foram feitas.
Uma semana depois, porém, imaginando
que o pior havia passado quando Mathias retornou à banda, os
fãs de Camom Milla sofreram novo baque. A duração
acima do normal das férias do grupo já gerava boatos,
mas ninguém esperava algo tão terrível. O vocalista
Thomas Pica-Pau decidira abandonar a Banda do Bem, após assumir
que se julgava superior aos demais integrantes do conjunto. Thomas
pretendia dedicar-se ao canto lírico e à música
erudita.
Tendo ouvido os trabalhos da banda de
Steve Foi, Mathias já estava ciente das qualidades do vocalista
Jarbas Escobar. E, com o notório fracasso da banda Doütor,
aconteceu o inevitável: Jarbas Escobar assumiu o posto do Pica-Pau
(leia o release
sobre esse evento). Sem perder tempo, Mathias Espeto lança
a nova fita de Camom Milla, "O
Adeus a Thomas", já com Jarbas nos vocais. O trabalho
deixou a desejar, mas músicas como "Erudito", "O
Soldado Josué" e "A Peteca" salvaram as vendas.
Steve Foi, irritado, decide acabar com
sua banda, a fim de dedicar-se exclusivamente ao Dichotomy, e vende
a Mathias os direitos sobre todas as suas composições
em Carbo Nilla, Mr. Being e Doütor.
Setembro de 1996
- Camom Milla lança "Pardal,
o Bom", na qual a banda faz uma forte crítica à
falta de incentivo à pesquisa científica no Brasil.
Todavia, apesar da nobre motivação e dos elogios da
crítica, as vendas não chegaram a surpreender. Apenas
o single "Pardal, o Inventor" fez sucesso, mesmo com tantas
outras boas músicas na fita. Os fãs já começavam
a sentir saudades dos tempos de Thomas, apesar de Jarbas estar impecável
tecnicamente.
Apenas uma semana depois, Camom Milla
lança "Magali
dá seu Parecer", sem dúvidas o pior trabalho
da banda no ano. Desta vez nem a crítica foi favorável.
Não fosse o relativo sucesso do hit "Vietnã",
a fita seria um retumbante fracasso. Os fãs ficavam cada vez
mais impacientes.
Para piorar, Steve Foi entrou na justiça
para tentar reaver o vocalista Jarbas Escobar, afirmando que tinha
pleno direito sobre o vocalista. "Fui eu quem o ensinou a cantar",
dizia Foi. A decisão da justiça, conquanto, garantiu
a Jarbas o direito de decidir com que banda ficar. E ele escolheu
Camom Milla.
Outubro de 1996
- Percebendo que uma atitude era urgente para aquecer as vendas,
Rodolfo Natanael, notável estrategista, convence a banda a
lançar o segundo registro de um show, gravado ao vivo durante
a última turnê da banda nos Estados Unidos. A fita recebeu
o nome de "Acidentes
Acontecem", e garantiu o efeito previsto por Bolha, superando
as vendagens dos trabalhos anteriores. Curioso para ouvir as canções
antigas na voz de Jarbas Escobar, o público fez fila nas lojas
para comprar o novo lançamento. Mas a imprensa foi dura, dizendo
que Camom Milla não era mais o mesmo e que teria de viver do
passado. Seria o fim da Banda Moderna?
Novembro de 1996
- Thomas Pica-Pau desiste de tentar gravar seu trabalho solo,
ao perceber que não poderia contar com a ajuda de João
Osires, o qual ficara zangado com a atitude do vocalista. Passa a
vender jornais.
Dezembro de
1996 - Percebendo a situação de Thomas, e sabendo
que as vendagens dos últimos trabalhos de estúdio estavam
muito abaixo do ideal, Matías e Rodolpho resolvem gravar uma
fita especial de Natal com a formação original, e com
participação de amigos da banda na composição
das músicas. Thomas concorda. Jarbas, no entanto, continuaria
na banda. Lançava-se "Natal
no Nepal", que, apesar de não surpreender musicalmente,
vendeu bem. As faixas "A Privatização" e "Sociedade
Matriarcal" entraram no TOP 10 dos EUA.
Mathias Zebedeu aproveitou as férias
coletivas entre Natal e Ano Novo para gravar sua segunda fita solo,
"Mathias,
o Virtual", que superou de longe a primeira, tanto em vendas
quanto em qualidade. Contando novamente com Rodolpho Natanael na bateria
e nos teclados, Mathias compôs, gravou, finalizou e lançou
a fita em menos de uma semana! A música "O Macaco"
foi a primeira faixa instrumental a entrar para a lista das dez mais
tocadas no mundo.
Janeiro de 1997
- Novo ano começava, e mudanças foram anunciadas.
Em entrevista coletiva, Osni adianta que Thomas Pica-Pau continuaria
na banda, contrariando a opinião-pública, que acreditava
que a volta de Thomas era apenas uma jogada de marketing para vender
"Natal no Nepal". O mistério sobre o futuro de Jarbas
também foi logo revelado, com o lançamento da fita "Consertando
Cebola!". O público foi surpreendido com a notícia
de que a banda agora tinha dois vocalistas. E, para completar o círculo
de boas notícias, essa fita marcou a volta da banda a suas
raízes. Letras mais elaboradas e metafóricas e composições
mais complexas e dançantes marcaram "Consertando Cebola!".
sem dúvida o melhor trabalho de Camom Milla desde "Requebra
Sim!", talvez até mesmo desde "A Parede". Faixas
como "O Marreco", "Guimarães, o Cachorro-quente"
e "Renascimento Cultural" provaram definitivamente que Camom
Milla estava de volta à sua era de ouro, para o delírio
dos fãs.
Ainda em janeiro, Mathias e Steve Foi
lançaram o quarto trabalho do Dichotomy Project, "As
Vilas do Espaço", em homenagem a Bob VIlla. Foi de
longe o melhor trabalho do projeto até então, o que
se refletiu nas vendas. O hit "We Don't Care About You"
foi a segunda música instrumental a entrar para o TOP 10, superando
"O Macaco" ao obter o primeiro lugar.
Fevereiro de 1997-
Camom Milla passa o carnaval (e o resto do mês) em Itapoá,
litoral de Santa Catarina.
Março de
1997 - Camom Milla lança sua segunda coletânea,
a fita "O
The Heat Parede", com novas regravações de
seus maiores sucessos, agora com qualidade ainda maior, e com a presença
de ambos os vocalistas. Com o expressivo número de 41 músicas,
a fita bateu de longe todos os recordes de vendagem do grupo, com
mais de 23 bilhões de cópias vendidas.
Abril de 1997 a
Maio de 2000 - Camom Milla pára de lançar novos
trabalhos e engaja-se politicamente. Os integrantes da banda rodam
o mundo pregando a paz mundial e o fim da exploração
do Terceiro Mundo, bem como o fim da caça às baleias,
da destruição da Amazônia e das armas nucleares.
Junho de 2000 -
Nova surpresa para os fãs. Pela primeira vez na história,
Camom Milla lançou um trabalho não gravado em fita cassete.
A Banda Moderna provava-se mais moderna do que nunca, lançando
o CD "O
Milho Mágico", coletânea com 74 minutos das
melhores músicas da banda, com nova regravação,
desta vez digital. O vocal oficial foi definitivamente passado para
Jarbas Escobar, e Thomas entrou como convidado em algumas músicas.
A marca de 50 bilhões de cópias vendidas foi alcançada
facilmente, e Camom Milla tornou-se a primeira banda da Terra a realizar
uma turnê interplanetária, com shows em todos os planetas
do sistema solar, além de 12 em outros sistemas. O presidente
americano Bill Clinton presenteou a banda com as chaves da cidade
de Washington, e Papai Noel em pessoa compareceu à cerimônia
de entrega, a fim de agradecer pessoalmente pela homenagem que recebera
da banda em "Natal no Nepal".
Julho de 2000 até
hoje - A banda continua com suas atividades revolucionárias.
Toda a renda dos shows é doada a instituições
de caridade. FHC convidou os cinco músicos a ocupar
cargos de ministros em seu governo, mas a banda preferiu continuar
como está, ajudando o mundo todo sem vínculo a governo
algum. Em 2006, a banda se reuniu para gravar seu segundo CD, "A Noite da Grande Encomenda", uma nova coletânea de sucessos, incluindo sua primeira faixa inédita em nove anos, O Ralador. A última notícia que recebemos é de que
a banda está inaugurando seu próprio laboratório
de pesquisa em busca da cura do câncer.
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e leia os relatos verídicos de Dr. Hemógenes sobre o
nascimento da melhor banda de todos os tempos: Camom Milla.
E clique aqui
para ler a história de João Osires, uma das peças-chave
para entender o sucesso da Banda Moderna.